Amy quebra um jejum de 58 anos!!!

A britânica Amy Williams faturou o ouro no skeleton feminino em Vancouver
Depois de dominar as três primeiras baterias do skeleton feminino, a inglesa Amy Williams manteve sua superioridade e, com o tempo final de 3min35s64, conquistou sua medalha de ouro na prova nesta sexta-feira (19). Este foi o primeiro ouro da Grã-Bretanha na competição.
Amy Williams fez história e, brilhando no skeleton, quebrou um longo jejum da Grã-Bretanha e o recorde da pista. Antes da noite desta sexta-feira, o país não ganhava uma medalha de ouro em um esporte individual desde Lake Placid 1980, quando Robin Cousins se consagrou na patinação artística.

Quebrou um jejum de 58 anos que uma mulher britânica não ganhava um ouro
Nesse intervalo de 30 anos, os britânicos chegaram a ganhar dois ouros – no curling feminino em Salt Lake City 2002 e na patinação artística de dupla em Saraievo 1984 -, mas para uma nova conquista em uma prova solo a espera foi muito grande. Entre as mulheres, o tabu era ainda maior, sendo que a última representante do país a triunfar individualmente nos Jogos fora Jeanette Altwegg, também na patinação, em Oslo 1952.
Tradicional no skeleton feminino, a Grã-Bretanha já faturara uma prata com Shelley Rudman nos Jogos de Turim. Curiosamente, naquela oportunidade Williams, 27 anos, era apenas reserva da equipe e por isso acabou “emprestada” à rede de televisão BBC para ser comentarista da modalidade.

Reserva na última olimpíada ela acabou apenas como comentarista
Quatro anos depois, ela encerrou a agonia do país superando favoritas como a canadense Mellisa Hollingsworth, atual campeã da Copa do Mundo do esporte.
Amy rocks!!!!!
Descobrindo o Skeleton!!!

Amy Willians pode conquistar primeira medalha para o Reino Unido
Ontem, entre as baterias do Snowboard tive o prazer de conhecer o Skeleton e arrepiar de…. bem, uma mistura de prazer e medo!
Na mesma pista onde faleceu o georgiano, algumas mulheres de atiravam de barriga para baixo num trenó chegando a 140 km/h.

Shelley Rudman também sonha com ouro em Vancouver
A-LU-CI-NAN-TE!!
Mas a “pista da morte” já ganhou uma amiga: Amy Williams. Segundo suas próprias palavras, a britânica já domou o Whistler Sliding Center, onde tentará confirmar a medalha de ouro olímpica de skeleton na madrugada de amanhã.
Na última quinta-feira, Williams foi a principal destaque da primeira fase do skeleton entre as mulheres, tendo marcado o tempo de 1min47s96. Com vantagem de 0.30 sobre a segunda colocada, a alemã Kerstin Szymkowiak, a britânica considera que se entendeu perfeitamente com a temida pista.
“Eu parecia estar voando, o que é uma ótima sensação. Hoje (quinta) a pista foi minha amiga”, disse ela. “Aqui você pode fazer ótimas manobras. Se elas funcionam, sente-se a velocidade vindo na saída das curvas. É muito divertido”.
Confiante, Williams começa a disputar as duas etapas finais da modalidade às 3h45 (de Brasília) do próximo sábado. Caso ratifique o bom desempenho na prova, conquistará a primeira medalha do Reino Unido nos Jogos Olímpicos de Inverno.

Amy já na chegada tentando frear seu trenó que não tem freio
OBS.: O skeleton recebeu este nome porque o trenó usado na modalidade, feito de metal e fibras de vidro, lembra o formato do esqueleto humano. É disputado no Whistler Sliding Center, mesmo local do bobsled e do luge, e, assim como estes dois esportes, tem a largada como momento decisivo.
Madrugando com Snowboard

A musa australiana Torah Bright conquista o esperado ouro
Ontem à noite me divertí com o Snowboard!!
Com uma final com duas baterias onde as atletas teriam 2 chances de fazer sua melhor pontuação com suas rotinas cheias de saltos e manobras, vibrei até a última apresentação!
A australiana Torah Brigth deixou as americanas campeãs olímpicas Hannah Teter e Kelly Clark para trás e subiu ao lugar mais alto do pódio no snowboard halfpipe dos Jogos de Vancouver 2010. Brigth recebeu a nota 45 e garantiu a primeira posição na acirrada competição. Mas isso na sugunda bateria, pois na primeira recebeu a nota mais baixa de todas, sendo a primeira a se apresentar na última bateria.

Torah aguarda sua nota 45 que lhe deu o ouro
Teter, atual campeã olímpica e última a se apresentar na segunda bateria, não foi tão bem como em sua primeira série. Assim, a nota que entrou na lista foi 42.4. Kelly Clark, medalhista de ouro nos Jogos de Salt Lake City, em 2002, terminou a prova em terceiro, com 42.2.
O curioso é que, para se concentrar, cada atleta tem um ritual, Clark por exemplo esquece do mundo e desce a rampa cantando algumas de suas músicas preferidas. No fim de sua apresentação, Clark para sua prancha e retira os fones de seu ouvido e volta à realidade!!

A americana Kelly Clark tentou tudo na última bateria, mas se contentou com o terceiro lugar
Outra atleta que merece destaque é a espanhola Queralt Castellet. Uma das candidatas à medalha, Castellet sofreu um grave acidente nos treinos, bateu a cabeça e chegou a desmaiar na pista de snowboard. Por precaução, a espanhola foi levada ao hospital mais próximo do local da prova para mais exames e os juízes preferiram deixá-la de fora da final. Mas isso eu só soube hoje, pois ontem na transmissão do SportTV eles apenas ficaram surpresos com a falta da atleta e não tinham nenhuma informação a passar.

A espanhola Queralt Castellet caiu e desmaiou num aquecimento/treino e foi impedida de competir a final
Destaque também para as atletas da China, com seus 18 anos já marcaram presença na final, sendo que uma ficou em 4a colocação. Feito inédito de um país que não tem tradição alguma nesse novo esporte olímpico.

A chinesa Jiayu Liu ficou na quarta posição da categoria
Logo tem mais!! Suando a Camisa tá vendo tudinho!!!!

Logo nos primeiros tiros Tora tinha se posicionado como vencedora
Tora Berger, atleta norueguesa, conquistou a segunda medalha de ouro para o país no Jogos de Inverno de Vancouver. Competindo na prova do biatlo, categoria individual 15 km, ela superou as 86 adversárias e conquistou a tão sonhada medalha olímpica.
Berger deu indícios que estaria no pódio logo na primeira sequência de tiros, em que fechou na terceira colocação. Depois, assumiu a ponta para não sair mais e com apenas uma penalidade, em que teve 1 minuto acrescido no tempo total, terminou a prova em 40min52s8.

fonte: uol / terra
Meng Wang só queria ser a número um!

Meng Wang bateu 4 recordes nos jogos sendo 2 olímpicos.
Aos nove anos de idade, a chinesa Meng Wang já sabia o rumo que queria dar à sua vida. Mesmo contra a vontade dos pais, que se preocupavam com o bom desempenho da filha nos estudos, a atleta começou a deslizar sobre o gelo e decidiu investir na patinação de velocidade.

No começo, ela acreditava que bastava ser talentosa para chegar ao primeiro lugar no pódio, mas hoje a atleta, 24 anos, tem outra visão. Meng percebeu que os resultados são fruto de trabalho duro continuamente. Seu esforço têm valido à pena.

Ontem, a chinesa consagrou-se bicampeã olímpica dos 500 m, nos Jogos de Vancouver, e ainda quebrou o próprio recorde da competição duas vezes seguidas. Primeiro, ao fazer o tempo de 43s284 nas quartas de final e, depois, ao cravar os impressionantes 42s985 na semifinal.

“Eu gostaria de agradecer ao meu treinador, a 1,3 bilhão de chineses por me apoiarem, aos meus pais que me ajudaram nesses últimos anos e também agradecer a mim mesma”, disse a esportista, toda sorridente após a vitória.
Questionada sobre sua tranquilidade momentos antes da segunda quebra de recorde, Wang afirmou que sempre busca superar suas próprias marcas. “Eu queria quebrar o meu recorde, porque meu treinador disse que a coisa mais importante é competir contra mim mesma. Só queria ser a número um”.
fonte: Terra Networks
Mulherada cheia de garra!!
Mais medalhas femininas nos jogos!!
Confira!!

Para a canadense Maelle Ricker, ouro tem sabor de superação e revanche

A americana Lindsey Vonn mesmo sob a pressão de uma séria lesão dias atrás conquistou a primeira medalha em Vancouver

A norueguesa Marit Bjoergen e a polonesa Justyna Kowalczyk ficaram com as medalhas de ouro e prata, respectivamente no esqui cross country estilo livre

A alemã Magdalena Neuner luta com muita garra e conquista o ouro no biatlo feminino

A sul-coreana Sang-Hwa Lee conquistou a medalha de ouro dos 500 m da patinação de velocidade
Ontem descobrí o Curling
Os jogos Olímpicos sempre são recheados de histórias de superação, garra, muito suor e lágrimas!
Sem a menor sombra de dúvidas é por isso que emocionam expectadores de todo o mundo, não apenas de seus países.
Mas uma das coisas mais interessantes e divertidas de assistir aos jogos é que sempre temos contato com esportes até então desconhecidos.
Ontem foi a minha vez de conhecer o CURLING. E o Canadá, com uma atleta grávida, ganhou o jogo na última jogada!! Na última pedra lançada!! Foi demais!
Passaram para a próxima fase: Canadá, Suécia, Japão e Alemanha. Essa é a diversão dos jogos… os grandes destaques, Estados Unidos e Suíssa estão fora.
O Curling até lembra a boccia, mas bem mais complexa. É disputado em uma pista retangular de gelo por duas equipes. Cada equipe possui quatro jogadores e briga pelo objetivo de empurrar quase 20 quilos de pedra de granito para uma série de círculos, postada no final da pista. Depois de realizados todos os lançamentos, os pontos são marcados de acordo com proximidade da pedra no alvo. Por possuir estratégias complexas, o curling foi apelidado de “xadrez no gelo” e é um esporte bastante praticado no Canadá, nos Estados Unidos e na Europa.
Dá uma olhada nos melhores momentos do Curling Feminino! Foi tão legal!!!
“Varre, varre vassourinha….!”

Cheryl Bernard ajudou o Canadá a conseguir primeira vitória em Vancouver

A skipper conquistou a vitória na última pedra

Do lado da Suíça, a capitã Mirjam Ott, prata em Turim, não conseguiu evitar a derrota na primeira rodada

O Japáo apresentou uma estratégia diferente e tirou as americanas da semi-final

A sueca Eva Lund desliza sobre o gelo para arremeçar a pedra e ganhar da Dinamarca
Agora vamos aguardar a final!!! Suando a Camisa não vai deixar você sem notícias!!
As primeiras medalhas!!
Tive probelams técnicos, mas não abandonei o blog neste momento importante dos esportes de inverno!
Suando a Camisa conferiu as primeiras medalhas dos Jogos, mas ainda é muito cedo para falar em medalhas apenas, acidentes no luge e patinação feminino, estréias emocionantes também foram notícia neste domingo.

Anastazia Kusmina leva medalha ouro do biatlo feminino categoria sprint 7,5 km

A equipe canadense de hóquei estréia com vitória de muito a nada

A checa Martina Sablikova desbancou as favoritas e venceu a prova da patinação em velocidade dos 3.000m

Hannah Kearney comemora seu ouro no esqui estilo livre
Olimpíada de Inverno 2010 – Começa hoje!
Com a humilde inteção de divulgar os feitos da mulherada em Vancouver nesta Olimpíada de Inverno, o Suando a Camisa fará uma cobertura completa de todos os esportes femininos.
Aqui você vai conferir esportes como Biatlon, Snowboard, Ski, Patinação…. e muito outros que nós brasileiros temos muito pouca familiaridade!
Vejam as favoritas a medalhas e suas modalidades:

No snowboard, a americana Gretchen Bleiler é uma das ameaças aos atletas canadenses da modalidade

A britânica Gillian Cooke virou hit no YouTube ao disputar uma prova com as calças caindo, mas vem obtendo excelentes resultados no bobosled

A chinesa Nina Li foi prata no esqui estilo livre na última Olimpíada

A sul-coreana Yu Na Kim tem apenas 19 anos e se tornou a mais jovem a atingir a marca de 200 pontos na patinação artística em um evento oficial, no Mundial de Los Angeles, no ano passado

Wang Meng da patianação no gelo em traçado curto foi a primeira atleta chinesa a ganhar ouro nos Jogos de Inverno

A musa do esqui americano, Lindsey Vonn também é apontada como uma das favoritas na modalidade, mas após queda ontem em treino ainda é dúvida para os jogos.

A brasileira e porta bandeira da seleção, Isabel Clark aposta nos 16 anos de experiência no snowboard para conquistar um bom resultado em Vancouver
Vai que dá Brasil!!!!
É bom vocês terem assistido Invictus!!!!!
Pressão, pressão… espanou!!

Dinara Safina - líder sem vitórias
Pressão é o argumento mais comum, mas o tênis feminino mundial tem uma marca típica nos últimos tempos: os altos e baixos das suas estrelas. Essa irregularidade ajuda explicar como a russa Dinara Safina está na ponta do ranking mundial desde 20 de abril deste ano mesmo sem ter vencido nenhum Grand Slam.
O Aberto dos Estados Unidos deste ano é um exemplo. Favoritas como Dinara Safina, Venus Willians e Jelena Jankovic caíram. De todas as tenistas que chegaram até as quartas-de-final, metade estava lá pela primeira vez (Kateryna Bondarenko, Yanina Wickamayer, Caroline Wozniacki e Melanie Oudin). Os torneios estão constantemente abertos para mais “zebras” que o masculino.
Tem uma seleção com estrelas que já estiveram na liderança do ranking da WTA, mas perderam o posto porque se lesionaram, preferiam dar atenção para a família ou mesmo não tiveram cabeça para suportar a pressão de ser a melhor do mundo.
Logo depois de ser eliminada ainda na primeira rodada do Aberto dos Estados Unidos, Ana Ivanovic falou que deixaria as quadras por tempo indeterminado. A musa sérvia, que assumiu a liderança do ranking em junho em 2008 depois de faturar o Roland Garros, mudou de idéia pouco depois e afirmou que pararia apenas por algumas semanas.
“Tenho passado por muitas pequenas lesões. Assim que eu sentia que estava perto de voltar ao meu ritmo, eu tinha dor em um novo lugar e aí eu via que estava começando tudo de novo. Isso obviamente afetou a minha confiança. Agora eu acho que a melhor coisa a se fazer é tirar uma semana ou duas de folga, para desligar completamente do tênis e voltar renovada para o próximo torneio”, disse a tenista em seu site oficial.
A desistência mais surpreendente foi de Justine Henin. A belga se aposentou em maio de 2008, no auge de sua carreira e na liderança no ranking mundial há 117 semanas. “Cheguei ao fim do meu caminho. É o fim de uma bela aventura, de um sonho de criança. Tenho coisas novas para fazer. Parto sem ressentimento”, disse Henin em sua despedida. “Não vencer Wimbledon é a minha maior decepção profissional. É um torneio de muita tradição, mas meu estilo de jogo não era bom o suficiente para as quadras de grama. Provavelmente, nunca entrava com a confiança suficiente para vencer lá”, comentou.

Martina Hingis - lesões e doping tiraram a ex número 1 das quadras
Já a suíça Martina Hingis, que foi nº 1 do mundo por 209 semanas, teve um agravante para abandonar o tênis profissional. Além das lesões e do cansaço alegado pelas outras tenistas, o exame antidoping de Hingis deu positivo para uso de cocaína no torneio de Wimbledon, em 2007. Ela negou, mas se aposentou dizendo faltar vontade para rebater a acusação. “Tive um exame positivo, mas eu nunca usei drogas e me sinto 100% inocente. O motivo pelo qual tomei essa decisão é que eu não quero ter uma briga com as autoridades antidoping. Por causa da minha idade e dos meus problemas de saúde, eu também decidi me aposentar do tênis profissional”, falou. Martina Hingis sofria com problemas no quadril.
Mas essa não foi a sua primeira aposentadoria. A suíça já tinha saído das quadras em 2003, depois de uma lesão no tornozelo, mas retornou e ainda levou três títulos em 2006, até terminar ano em 7ª no ranking.

Kim Clijsters - tirou férias de 3 anos e voltou com tudo
A belga Kim Clijsters parou em maio de 2007 alegando que precisava de tempo livre. Ela ocupava a quarta colocação no ranking e também sofria com repetidas lesões. “A dificuldade de sair da cama pelas manhãs e colocar meus músculos no ritmo e a necessidade de tempo para preparar meu casamento torna muito difícil que continue. “, justificou. “ É o momento também de comer chocolate e de brincar com meus cachorros. E, principalmente, é o momento de estar com minha família e meus amigos”, completou. Clijsters se aposentou, casou, teve sua filha Jada em fevereiro de 2008 e voltou em 2009. Para surpresa, ela já é semifinalista do Aberto dos Estados Unidos.

Lindsay Davenport - aposentadoria para ser mãe
A norte-americana Lindsay Davenport, cinco vezes líder do ranking, também se afastou do tênis para cuidar da família. Ela parou de jogar em 2006, quando ficou grávida, e voltou em 2007. Parou mais uma vez em 2008, para ter o seu segundo filho.
O tênis feminino também tem aquelas que são “duronas” e, mesmo com lesões e cirurgias, não deixam as quadras. A musa russa Maria Sharapova sofria com dores crônicas no ombro direito desde 2008, passou por uma cirurgia quando estava no topo do mundo e retornou aos torneios neste ano depois de sete meses parada. Ela ainda não reencontrou a boa forma.

Maria Sharapova - lesionou, operou, voltou às quadras mas não às vitórias
Outra líder do ranking prejudicada foi Amelie Mauresmo. A francesa fez a sua melhor temporada em 2006, quando venceu dois Grand Slams e ficou na ponta da WTA por 34 semanas. Nos anos seguintes, viveu seus piores momentos. Em 2007, fez uma cirurgia de apêndice de emergência e ficou afastada do esporte por dois meses. Depois, teve estiramento no músculo adutor e perdeu mais nove semanas. Em 2008, sentiu as costas e a coxa. Com isso, despencou da liderança para fora do top 20 e anunciou sua aposentadoria no final de 2009. (veja post antigo – http://suandoacamisa.wordpress.com/2009/12/03/344/)

Venus Williams - é uma Williams #prontofalei
As irmãs Williams são outras que sofreram com repetidos machucados. Venus, atual número 3 do mundo, teve seu auge em 2002 e, depois, ficou quatro anos sofrendo com repetidas lesões de joelho, ombro e punho. Em 2007, conseguiu uma bela volta com o título em Wimbledon.

Serena Williams - com altos e baixos ela conseguiu superar.
Já Serena, número dois do mundo, se machucou dançando em uma boate em 2002, quando era líder do ranking. Ela precisou operar o joelho e ficou oito meses parada. O joelho continuou incomodando e Serena ficou fora até do top 100 na temporada 2006. Mas a norte-americana não desistiu e voltou ao top 10 com o título no Aberto da Austrália, em 2007, e à liderança em 2008 e 2009. Em 2010 já começa com tudo como finalista do Aberto da Austrália.



